Não quero seu abraço, nem seu sorriso, nem seu cheiro em minha roupa,
Não quero você em meus pensamentos, nem em meu coração,
Não quero sua presença em minhas lembranças,
Não quero seu sorriso vago, nem suas histórias,
Não quero mais pensar em você, nem te fazer parte de mim, de uma história que ja foi deixada pra traz
Não quero mais ficar acordada pensando em como poderia ser, em como seria se você não tivesse me deixado ir
Não quero mais chorar pensando em você sem mim, por que não existe mais eu e você
Não quero mais lembrar do seu rosto, dos seus olhos, do seu sorriso, do seu cheiro
não quero mais lembrar de você,
Quero tirar de mim a vontade de você, a saudade de você, a lembrança de você, o amor que guardei pra você
Quero deitar, dormir e não sonhar com você, não acordar com você em meus pensamentos
Quero tirar você de mim por que cansei de sofrer por não ter ter...
Quero viver e não lembrar de você!
Gooda**
sábado, 21 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
A caixinha
As vezes enterro a solidão que resolve me perseguir, junto com ela deixo a saudade dos sonhos antigos, do amor ferido, do elo quebrado e das palavras lançadas ao vento, aquelas que nunca serão recolhidas, as que foram ditas sem pensar, as que foram pensadas e ditas pra machucar.
Levo pra longe, bem longe do coração as pontadas e desagrados, as dores que ainda insistem me fazer pensar em nós, em tudo que não vivemos, nos momentos passageiros e tristes que permaneceram,,,
Ai que vontade de ter em meus sonhos, outros sonhos, novos, menos doídos, menos pesados, mais doces...
Nestes dias tristes, procurei seu sorriso, tirei-o daquela caixinha enterrada junto aos sonhos não vividos, eles insistem em sair, insistem em me perseguir, querem ser tocados outra vez! Já voltei a colocá-los na caixinha, em segredo, claro!
Sinto que perdi a noção, que de repente me perdi de mim, não consigo mais deixar a caixinha em segredo, queria mesmo é que você a visse, abrisse, e lesse os meus pensamentos, eles estão todos lá, guardados pra não esquecer de você!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Misturas
Sentimento é o que revira a gente de dentro pra fora, que nos faz mais humanos, mais tranquilos, que nos ensina a perdoar, nos norteia quando nos perdemos... Ah, o amor
Outra coisa, aquela, que acende nossos corações, que nos faz explodir de alegria e de prazer, que se mistura junto a tantas outras sensações, que nos faz perder a cabeça, que nos amedronta sem sabermos ao certo quem somos longe do outro, isso podemos chamar paixão
Mas quem disse que da pra viver sem ambos?
Quem nunca viveu essa mistura, essas sensações, quem nos se sentiu entrelaçado, amarrado, exposto, sucumbido por um sentimento de desejo voraz e saudade melancólica, vontade de colo e de beijos desesperados?
Quem atirou a pedra da solidão e não viu retorno?
Quem desejou ser essa mistura e ter essa mistura do outro, do insano, do tranquilo, das coisas da paixão, da razão, do amor?
Quem nunca desejou ser o amor de alguém, a paixão de alguém, a solidão de alguém
Quem nunca foi essa mistura, nunca teve a certeza do amor!
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Te desejaria outra vez
Nem é tão triste assim, já foi pior!
Já sofri,
já chorei,
já briguei,
ja deixei partir, agora deixo sorrir esse coração maltratado, ele pode sorrir, ele vai sorrir.
Hein menina, ele vai sorrir novamente, não vai?
Ele deseja, eu desejo, nós dois desejamos isso, mais que tudo, que ele não pare de bater agora, nem tão cedo,
Que ele vibre com o olhar, com o doce e perfeito amor que que vai chegar
Sonharia outra vez, sorriria outra vez e teria coragem outra vez, outra vez vez te aceitaria em meus sonhos, em meus braços, em meu coração...
Gooda**
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Chuva e saudade
Chove!
Chuva fina que escorre pela alma vazia, dispersa na solidão dessa saudade que insiste em ficar, insiste em querer ficar!
Corro!
Deixo a chuva lavar a saudade na esperança que ela me deixe, que ela não mais incomode meus doces sonhos, os sonhos que a tempo não sonho.
Choro!
Saio da sala, corro do silêncio, e continuo a chorar a saudade que escorre, que me impede de sonhar.
Ah! doce saudade, saudade dos meus tempos de menina, tempos de sorrisos frouxos, aquele tempo que sorrir era sonhar, tempo que amar era sonhar, que desejar era também sonhar, que amar era simplesmente amar e nada mais!
Teria eu deixado a chuva lavar os sonhos, os amores, a saudade?
E se assim fosse, ainda teria saudades, sonhos e amores pra recordar e chorar?
Ah, como queria correr na chuva e a deixar lavar os sonhos... Desejaria então sonhos novos, amores novos, saudades novas...
Chove, choro, ainda sinto tanta saudade!!!
Gooda**
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